O fiel da maldade
O mal jamais é em si
Desde que é feito de terra nula
E o crente acredita no nada
Crendo REAL O QUE ELE SIMULA
Sendo esse um poder de espada
Que corta sem laminar
Que nenhum verbo exige
É um corte do negativo
De uma energia ao contrário
Que se dissipa ao iluminar
Não precisa de combustível
Pra se manifestar
Vazio cortante e também triste
Pede a fala, o dedo em riste,
E fica mudo ao se manifestar
Feita de zero essa arma branca
Em nada custa o seu matar
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